A assistência materno-infantil em Feira de Santana e em toda região, a saúde continua avançando em 2026. O Hospital Inácia Pinto dos Santos (Hospital da Mulher), unidade de porta aberta para urgência e emergência obstétrica 24 horas, alcançou um novo recorde de atendimentos no Acolhimento com Classificação de Risco, reafirmando seu compromisso com uma assistência humanizada, segura e eficiente. O Complexo Materno-Infantil alcança marca histórica de 4.580 partos no primeiro semestre e consolida liderança na assistência obstétrica da Bania. (Foto ilustração)
Entre janeiro e junho deste ano, 29.352 pacientes passaram pelo setor de acolhimento e classificação de risco, número superior aos 29.185 atendimentos registados em 2025, representando um crescimento de 0,57%. Do total de pacientes acolhidas, 21.089 necessitaram de atendimento médico, evidenciando a importância do serviço como porta de entrada para a assistência obstétrica especializada.
De acordo com a diretora-presidente da Fundação Hospitalar de Feira de Santana, Gilberte Lucas, o sistema de classificação de risco garante que as pacientes em situação de maior gravidade sejam atendidas com rapidez, responsabilidade e segurança.
“Todas as pacientes que passam pela triagem recebem uma pulseira eletrônica identificada por cores, que determina a prioridade do atendimento na emergência. Essa organização é essencial para que cada gestante receba assistência conforme a gravidade do seu quadro clínico”, destacou Gilberte Lucas.
Números históricos fortalecem a assistência
Os indicadores assistenciais do primeiro semestre também reforçam o protagonismo do Hospital da Mulher na saúde pública baiana.
Entre janeiro e junho de 2026, a unidade realizou 4.580 partos, dos quais 412 foram prematuros, correspondendo a 8,7% do total. Com esse desempenho, o Hospital da Mulher mantém a posição de maternidade que mais realiza partos na Bahia.
No mesmo período, 826 recém-nascidos receberam atendimento especializado no Bloco Neonatal, demonstrando a capacidade da unidade em oferecer assistência integral desde o nascimento até os cuidados de alta complexidade.
Segundo Gilberte Lucas, o acolhimento com classificação de risco é desenvolvido por uma equipe multiprofissional composta por enfermeiros e médicos obstetras, seguindo protocolos do Ministério da Saúde. “Nossa equipe acolhe gestantes e familiares com qualidade, compromisso, ética e eficiência. Todo o processo é realizado de forma humanizada, desde a avaliação clínica até a identificação criteriosa dos acompanhantes, garantindo segurança durante toda a assistência”, ressaltou. (Secom)


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