O Ministério Público do Estado da Bahia sediou, nesta terça-feira, dia 8, a segunda reunião da Câmara Intersetorial de Prevenção Social da Violência (Ciprev), instância de governança e articulação estratégica do programa Bahia pela Paz. Durante o encontro, foram apresentados e debatidos os fluxos de atuação dos cinco eixos estratégicos da Câmara: políticas socioeducativas; políticas sobre drogas e juventudes; políticas de proteção e cuidado às pessoas vítimas de violência; políticas educacionais de prevenção da violência; e políticas de prevenção à reincidência delitiva. “O Ministério Público acredita muito no potencial transformador do programa Bahia pela Paz. Somos parceiros desde o início e estaremos sempre à disposição para contribuir com ações e ideias que fortaleçam essa importante política pública”, destacou o promotor de Justiça Hugo Casciano, coordenador do Centro de Apoio Operacional de Segurança Pública (Ceosp). (Foto ilustração)
Ele complementou que a oficina teve como objetivos consolidar e detalhar os fluxos de trabalho já estabelecidos, integrando ainda mais os órgãos que compõem a rede de proteção. “Discutimos como podemos fortalecer essas parcerias para oferecer um atendimento preventivo cada vez mais qualificado às pessoas em situação de vulnerabilidade”, afirmou. O promotor de Justiça explicou que os cinco eixos da Ciprev abrangem diferentes frentes de prevenção da violência. “O Ministério Público está inserido em todos esses fluxos, atuando conjuntamente com as secretarias estaduais e os demais órgãos parceiros na construção de políticas públicas preventivas”, ressaltou. Também participaram da oficina as promotoras de Justiça Ana Emanuela Rossi, coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (Caoca), e Viviane Chiacchio, coordenadora do Núcleo de Apoio às Vítimas de Violência (NAVV). Em razão da pertinência temática com a prevenção social da violência, tanto o Caoca quanto o NAVV integrarão as ações da Ciprev, contribuindo para ampliar a inserção do Ministério Público nos fluxos de atendimento e nas ações desenvolvidas pelo programa Bahia pela Paz, especialmente nas iniciativas voltadas à proteção de crianças, adolescentes e pessoas vítimas de violência. (Fonte: MPBA)

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