O presidente da Câmara Municipal de Feira de Santana, Marcos Lima (União Brasil – foto ilustração), ao usar a tribuna da Casa abordou um assunto que tem sido polêmico e que envolve os cachês dos artistas pagos nos festejos juninos pelos prefeitos da Bahia. Condenou os altos valores das contrações também para a Micareta, que são muito além do que os municípios podem pagar. “Há artista que cobra R$ 1,5 milhão por 90 minutos de show e isso é um absurdo” disse Marcos Lima, que defendeu um limite máximo nos valores das contratações e que os recursos públicos sejam destinados preferencialmente para a Educação e a Saúde. Disse mais: “Vamos elaborar esse projeto de lei limitando os valores máximos de pagamento dos artistas”, anunciou o vereador, afirmando que Feira de Santana deve dar exemplo para o Brasil e admitindo que parte desses valores não ficam nas mãos dos artistas. Apartearam o vereador Marcos Lima os colegas Galeguinho, José Carneiro e Lulinha da Conceição, do União Brasil, mais Jorge Oliveira (PRD), Pastor Valdemir e Silvio Dias (PT). Todos na mesma linha de raciocínio.
Marcos Lima quer limitar os valores dos cachês dos músicos pagos pela Prefeitura
6 de fevereiro de 2026

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