Investigadoras e investigadores já trabalham para garantir ainda mais confiabilidade aos sistemas que serão utilizados nas Eleições Gerais de 2026. Até o próximo dia 17 de outubro, as pessoas inscritas no Teste Público de Segurança dos Sistemas Eleitorais estarão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para analisar os códigos-fonte da urna eletrônica e dos sistemas eleitorais para, então, apresentar os planos de teste que serão executados na semana do evento, em dezembro. (Foto ilustração)
Na tarde de terça-feira (7), o coordenador de Tecnologia Eleitoral do TSE, Rafael Azevedo, apresentou a urna eletrônica e sua composição às investigadoras e aos investigadores. Ele ressaltou a segurança do dispositivo.
A edição de 2025 do Teste da Urna acontecerá de 1º a 5 de dezembro, quando, então, as pessoas que tiverem seus planos de testes aprovados pela Comissão Reguladora comparecerão ao Tribunal para executá-los. O intuito do evento é fortalecer a confiabilidade, a transparência e a segurança da captação e da apuração dos votos, além de ajudar no constante aprimoramento do processo eleitoral.
Análise dos códigos-fonte
Na etapa de análise dos códigos-fonte, a presença dos investigadores no TSE não é obrigatória. Dos 148 inscritos, 48 optaram por conhecer os códigos-fonte para a elaboração do plano de teste. Os demais investigadores também podem encaminhar os planos, mesmo sem terem participado desta etapa, até porque muitos deles participaram de edições anteriores e já conhecem os sistemas.
Esta é a 8ª edição do Teste Público da Urna, realizado desde 2009. Trata-se de uma das etapas mais importantes de auditoria e fiscalização do processo eleitoral brasileiro. Os outros sete eventos ocorreram em 2009, 2012, 2016, 2017, 2019, 2021 e 2023. Em 2016, o Teste da Urna passou a ser obrigatório e disciplinado pela Resolução do TSE nº 23.444, de 30 de abril de 2015. A norma prevê que os testes sejam realizados, preferencialmente, no ano anterior à eleição. (Fonte: TSE)

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