Segundo informações do Barchart, os preços do café arábica receberam suporte nesta segunda-feira (23) da chuva abaixo da média no Brasil. (Foto ilustração)
A Somar Meteorologia relatou que a maior área de cultivo de café arábica do Brasil, Minas Gerais, recebeu 43,6 mm de chuva na semana passada, ou 83% da média histórica.
Na sexta-feira (20), a Safras & Mercado divulgou uma avaliação preliminar sobre a produção de café 2025/26, e estimou uma queda de 15% na produção de arábica para 38,35 milhões de sacas.
O café arábica encerra a 2ª feira (23) registrando então avanço de 225 pontos no valor de 327,25 cents/lbp no vencimento de março/25, uma alta de 255 pontos no valor de 321,85 cents/lbp no de maio/25, um aumento de 245 pontos cotado por 314,10 cents/lbp no de julho/25, e uma alta de 235 pontos no valor de 305,10 cents/lbp no de setembro/25.
Na bolsa de Londres, os diferenciais entre os preços do robusta da manhã e do final do dia mostraram ajustes técnicos de mercado e volatilidade significativa.
De acordo com relatório da Pine Agronegócios, a colheita no Vietnã e o comportamento dos diferenciais por lá estão movimentando os preços do robusta. “Já houve um avanço na colheita no Vietnã em torno de 40% e os diferenciais contra o contrato de março para entrega imediata com prêmio de U$ 100 a tonelada, mostrando que o produtor ainda está lento na comercialização ou que a safra é bem menor do que estimada pelo USDA” destacou ainda o documento.
O robusta registra aumento de US$ 102 no valor de US$ 5.113/tonelada no contrato de janeiro/25, uma alta de US$ 6 no valor de US$ 5.008/tonelada no de março/25, um avanço de US$ 1 no valor de US$ 4.935/tonelada no de maio/25, e um recuo de US$ 8 negociado por US$ 4.841/tonelada no de julho/25. (Por Raphaela Ribeiro)

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