Dois gargalos, dois problemas de mobilidade urbana em Feira de Santana servem de experiência de que planejamento é importante na hora de gastar o erário. O primeiro, o BRT, que pouco contribuiu na mobilidade urbana no Município, que permitiria um transporte mais ágil do destino casa/trabalho, trabalho/casa, diminuindo o tempo de locomoção. Outro, as obras da avenida Artêmia Pires, agora revistas, com um grande investimento que poderia ter sido evitado no início da construção dessa via de acesso, um vetor para uma região que vem crescendo em Feira de Santana, chamada a região do SIM.
BRT e Artêmia Pires: dois gargalos que requer reflexão
16 de setembro de 2026

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